Tebas é uma região de pequenas propriedades, minifúndios que se constituíram a partir da transmissão, por herança, das terras das antigas fazendas do local.

Tebas vista do caminho para o Pico do Amor

Muitas dessas fazendas eram dedicadas à cultura do café. Hoje, os sitiantes produzem arroz, feijão e milho em pequenas lavouras, além de hortaliças. A pecuária também está presente, com a produção de leite e de gado de corte. No arraial, destaca-se também a produção caseira de doces. Por volta da década de 50, o senhor Nicanor Brugger fundou uma fábrica de compota de manga no distrito. O doce de excelente qualidade teria sido consumido e elogiado até pela rainha Elizabeth da Inglaterra. Muitas moças do arraial foram trabalhar na fábrica Lajinha e assim se foi incrementando uma produção variada no arraial não só de doce de manga mas também de compotas de figo, goiaba, laranja, mamão, etc, além de doces em barra de banana, leite, goiaba, figo.

Dezenas de famílias vivem hoje do doce, em geral uma atividade liderada pelas mulheres. Na época da safra, muitos homens também se dedicam a fazer doce.

Compotas produzidas pelo Sr. Nico Barbosa

 

É possível também encontrar artesanato, como panos de prato, peças de crochê e bordados.

Panos de pratos produzidos com motivos locais

Texto de Elias Fajardo